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Pode gritar já? AAAAAAAAAAAAAH EU NEM ACREDITO!

 

Esse filme era o número um da minha lista dos mais esperados desse ano. Sou apaixonada pela franquia e não via a hora de poder assistir a adaptação de Insurgente no cinema. Finalmente o dia chegou e foi maravilhoso. O filme trás algo bem mais carregado, mais denso do que o primeiro. Tris, Four e Caleb se refugiam na cede da amizade, pois a líder da Erudição, Jeanine, está atrás de Divergentes para abrir uma caixa que contém uma mensagem dos fundadores.

 

Depois do ataque na Abnegação, a cidade está um caos e a Audácia junto com a Erudição continua controlando e derrubando tudo em busca dos Divergentes. Tris está muito abalada porque se sente culpada pela morte de Will e de seus pais, pesadelos invadem sua mente de madrugada, sendo mais difícil de lidar a cada dia que passa.

 

Os personagens evoluem bastante, Shailene Woodley consegue dar vida a uma Tris mais forte, mais mulher, destemida. Não tem medo de arriscar a sua vida por aqueles que ama. Caleb leva o lema ao pé da letra “Facção antes do sangue”. Incrível, dá pra ver o esforço que Ansel Elgort fez para se sair bem nas cenas de ação.

 

Theo James não muda quase nada, o mesmo Four que você vê em Divergente, é o Four de Insurgente. Jai Courtney dá mais marra a Eric, seu personagem está mais desafiador, agora ele pode falar o que quiser e quando quiser. Kate Winslet deixa Jeanine mais calculista, fria, cega pelo objetivo, não se importa quantos morreram, sente que está fazendo um bem para a nação. Afinal, os fins justificam os meios não é mesmo?

 

 

O filme foi dirigido por Robert Schwentke, com muitas cenas de lutas e bem coreografadas, o diretor conseguiu me convencer de que fez um bom trabalho. Porém ainda aconteceram uns cortes brutos na hora que Tris luta com ela mesma, a dinâmica poderia ter sido diferente, a câmera poderia girar mostrando-as de uma forma melhor. E a fotografia do filme deixou um pouco a desejar, com poucas luzes, algumas cenas ficaram escuras e difíceis de entender o que se passava.

 

Brian Duffield, Akiva Godsman e Mark Bomback não foram felizes na adaptação do roteiro. Houveram muitas mudanças, frases de efeito foram deixadas de lado, partes mais emocionantes do livro foram esquecidas. Porém, a mudança agradou a muitos telespectadores e sem dúvidas atingiu o público alvo, mas tenho certeza de que muitos fãs dos livros saíram “quebrando o cinema” após a sessão.

 

Os efeitos foram impecáveis. A construção dos testes foi uma coisa de outro mundo e no 3D ficou melhor ainda. Prédios se despedaçando, pessoas se desfazendo pelo ar, personagem brigando com sua cópia. Os encarregados dessa área devem ter se empenhado bastante, conseguiram criar algo simples e genial.

 

 

O final, foi sem dúvidas, o que mais desagradou. No livro, a escrita deixa um ar de dúvida sobre o que acontecerá no próximo, dando ao leitor a sede de saber mais. No filme, tudo “acaba” nos conformes, como se a coisas fossem voltar ao que era antes. Poderia até ser o fim da trilogia.

 

Em geral, Insurgente foi um bom filme. Vai conquistar sim muitas pessoas que vão assistir de curiosas e também não deixou de agradar os fãs. Eu, particularmente, amei demais o filme! Vou assistir umas cem vezes. O mais maravilhoso é que mesmo em tempos de guerra, o amor e o companheirismo de Tris e Four nunca desaparecem. O romance é deixado um pouco de lado, mas o amor está presente em cada cena e em cada olhar do casal.

 

E ai, vai conferir ou já conferiu? Comente.

 

22.abr.2015 por

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